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Dia longo e divertido...
Não deu pra passar por aqui. Meus filhos tão gritando na sala até agora. Não sobra tempo pra absolutamente nada senão assassinar essa saudades.
Tem muita coisa boa pra se fazer hoje e amanhã na virada cultural.
Tô meio sem tempo... Aproveito então pra recomendar o blog do meu amigo Mário Bortolotto que selecionou uma caralhada de coisas boas. Dá uma passada por lá e boa viagem.
Eu? Eu vou perder tudo isso. Por um motivo bem razoável. O Francisco não dorme enquanto eu não chegar...
Vou pra uma virada paternal nesse final de semana.
Escrito por Nelson Peres às 18h42
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Encarando oito bisses. Mas hoje, especialmente, queria ter tido um jantar romântico e uma garrafa de um Santa Helena.
Amanhã logo cedo estarei numa sala de aula. Meus sábados matutinos têm sido assim. Saio da peça na sexta e nunca consigo ir dormir direto. Nessas, acabo indo tarde... Me fodendo pra levantar e pra encarar um curso de matemática numa faculdade quase deserta. Hoje, não. Comprei uma Xingu. Depois, deixei a rapaziada se divertindo e fugi pra casa. Com a latinha de Xingu numa mão e um cigarrho queimando na outra. Fui embora não querendo ir, por motivos óbvios, e tenho certeza de que sabes do que estou falando. Antes da cama, sentei por aqui... Queria escrever algo nobre. Não ando muito nobre não. Estou guardando e aguardando algo no peito. E pra aliviar, meus filhos tão chegando amanhã e eu comemorando a sua chegada. Depois da aula vou passar num daqueles mercadinhos de bolachas que tem na Domingo de Moraes e encher a casa de bolachas gostosas. Adoro a cara deles quando mostro uns pacotes desses. Sai do canto (lírico) deixando um pedaço meu pra pular pra outro. Não tinha muito o que falar. Tava mais pra ouvir... Tava mais pra esperar. E E acabei devorando meia caixa de bis...
Escrito por Nelson Peres às 01h35
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Só pra avisar...
Correndo. Quase quinta. Tô achando bem estranho e triste o fato da nossa temporada chegar ao fim. Caráio, passaram-se dois meses! Foi muito bom estar nesta peça. Espero que voltemos em breve... Mas, como as coisas sempre tem um outro lado: vou poder voltar a visitar aqueles dois grandes motivos de felicidade com um pouco mais de frequência. Que saudades. Quase quatro semanas sem eles. Não me acostumo com essa distância. Muito tempo. E eu gosto de ser o pai que sou (eu sou um pai bem presente). Tento continuar assim ao telefone, mas o telefone não balança os cabelos e nem abraça a gente. O telefone não tem olhos.
Nem dorme perto da gente...
Ah, e mesmo jogando mal hoje... Hehehe!
Escrito por Nelson Peres às 21h45
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Corta, corta:
Primeira noite da semana que fico em casa. Com um pouco mais de calma. Não tenho tirado os olhos do relógio. Não tenho olhado pro teto. Nem permanecido no banheiro por mais de dez minutos. Isso é muito pouco tempo. Isso pra mim é um grande problema. Vira e mexe me pego com uma puta saudades da minha cachorra. Será que ela consegue (lá de longe) perceber que eu ainda estou vivo? Quando vejo algumas crianças na rua me flagro sorrindo internamente e me lembrando dos meus dois lá longe também. Às vezes, tenho vontade de parar e puxar uma prosa... Mas eu tenho andado com uma certa pressa ultimamente. Tenho dormido pouco. Mas tenho tido sonos profundos. Não me lembro de ter sonhado nestas últimas noites. Perdi algum peso neste último mês. Nada grave. O meu apetite andava meio amortizado. Sobrevivi a duas gripes mundanas. E ainda andei me estressando um bocado por falta de grana. Acho que tô melhor, agora. Do jornal, só algumas passadas pelos cadernos de esporte e de cultura. Nada de promotores discutindo a morte horrível de uma criança. Não consigo imaginar a dor dessa gente. Ou melhor, consigo e muito. É inevitável não esboçar rascunhos dos meus filhos se divertindo dentro da minha cabeça. Tenho estado em “bom estado” no geral. Mais magro é verdade. Menos atleta. A sorte é que todas as sextas, sábados e domingos dou meus pulos lá no Ruth Escobar... Tem ajudado a manter a forma. Tem ajudado a aliviar a dor nos ossos e outros tipos de dores também. Pena que a temporada tá acabando. Tenho fumado menos. Tenho bebido menos. Aliás, nem tenho me metido em encrencas. Tudo tem o seu lado bom, não é mesmo, Polinelson? Tá tudo certo. Claro que poderia estar melhor. Mas também poderia estar pior também, não acha? Corta, corta: simplifica.
Escrito por Nelson Peres às 21h42
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metrô
ônibus
ônibus
metrô
nada...
de mim
nada... de você
Escrito por Nelson Peres às 21h08
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Não sou eu quem diz... Vamos por um fim nesse choro todo. Cês tão no lucro, rapaziada de verde.
Direto do blog do Juca Kfouri
"Pênalti em Adriano
Volto da ESPN-Brasil e minha caixa postal está inundada: sim, houve um pênalti em Adriano antes do gol com a mão.
Se o gol com a mão era difícil de se ver, o pênalti mais ainda.
Mas, sim, o gol foi com a mão e houve o pênalti que, se não houvesse, talvez permitisse um gol legal.
E viva o futebol!
Em tempo: procure não ouvir o bestialógico da narração.
Escrito por Nelson Peres às 22h37
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Mais sobre Aos ossos... Du caralho.
"Há umas duas semanas eu finalmente fui ver “Aos ossos que tanto doem no inverno”. Bom, todos os que lêem esse blog sabem que só por ser a primeira peça do Sérgio Mello que entra em cartaz, só por ter direção da Soledad Yunge e só por ter no elenco o Nelson Peres e o Mário Bortolotto, já se torna imperdível. Era uma Sexta-feira, feriado, e havia sido um dia difícil para mim e para Jesus. E eu sabia que essa peça não facilitaria nada para mim, ela poderia destroçar o pouco do homem que havia entrado na sala Miriam Muniz. Me enganei redondamente. Mas não porque o texto seja de uma alegria inenarrável, não porque a direção seja leve e feliz como uma lagarta correndo sobre a água e muito menos porque os atores sejam bonitos e alegres, mas porque é um puta trabalho bem feito. E isso faz com que a gente saia de uma sala de espetáculos de bem com o universo maluco que habita nossa própria cabeça. Depois de ter visto tanta peça BOSTA, ver “Aos Ossos que Tanto Doem no Inverno” é voltar a acreditar que o teatro de verdade, aquele em que Dramaturgos escrevem, atores atuam e diretores dirigem, tudo em função de uma história, de uma narrativa, ainda existe e, apesar de não ser festejado como deveria, está melhorando cada dia mais.
Vou me reservar o direito de falar da peça nos detalhes, então, quem não viu e não quer saber o final, ou o que acontece, pare por aqui e volte a ler depois que assistir. Quem não se importa, fique a vontade.
Texto. Se há uma palavra para definir o texto do Sergião é Sofisticação. Sim, porque ele não fica atrás de nenhum outro dramaturgo. Ele sabe conduzir uma trama de forma em que ela parta de uma situação impensável, tome rumos improváveis e termine de forma fechadinha, sem nenhuma aresta ou pendência. E o melhor, você consegue pensar sobre a peça, você percebe que aqueles dois sujeitos, que iniciam a peça numa situação insólita – um ladrão que pede para devolver a carteira da vítima, e que só não o matou porque não teve coragem – nos fazem descobrir, através de diálogos sutis e de momentos de extrema porrada lírica, que se fuderam mutuamente, que acabaram um com a vida do outro por causa de uma mulher que nunca está presente e que só se faz existir por uma foto na própria carteira. E o Sérgião ainda consegue fazer tudo isso colocando conversas que supostamente seriam banais, como a morte de Chet Baker ou a vida dura dos artistas, como metáforas da própria história desses dois homens. Talvez nem como metáforas, mas como complementos talvez.
Atuação. Conheço Mário Bortolotto, Nelson Peres e seus trabalhos há muito tempo. E se há uma coisa que os dois fazem bem é se entregar. Eles se entregam completa e totalmente aos personagens... eles conseguem algo raro hoje, mas comum entre atores veteranos, experientes e principalmente que já apanharam muito, que é transformar rubricas em sensações físicas. Nessa peça por exemplo, os personagens não se mostram quem são só pelo que falam, mas fisicamente eles são verossímeis. Quando Nelson Peres diz que não teve coragem de matar o Mário, seu corpo comprova isso, e ainda reverbera por muitos minutos como se uma simples declaração agisse como uma pedra jogada no lago. E o Mário também mostra essa entrega quando consegue sair momentos de extrema fúria com direito a perdigotos para um estado de total inércia... sem nem ofegar, e no momento seguinte soltar uma piada. E sabe o que é pior? Eles fazem parecer que tudo aquilo é muito simples de fazer.
Direção. Já se falou muito disso, mas vou chover no molhado. A direção de Soledad Yunge beira a perfeição por um único motivo, a tal da direção invisível. Seria fácil pensar que o Mário e o Nelson tão fazendo o que eles querem no palco, e que a maneira como o cenário foi colocado no palco, ou ate mesmo as sutis variações de luz é tudo impensado e feito na hora... e esse é o ponto. É fácil pensar porque não se vê a direção. Soledad trabalha – é um alívio dizer isso – em função do texto e das atuações, com o cuidado de manter durante os 60 minutos de espetáculo uma tensão no ar, mas não uma tensão Fátima Toledo, em que os personagens jogam ping-pong com as frases e ações, mas uma tensão suave, que por ser suave pesa mais do que qualquer coisa te fazendo a participar daquela história, a se ver ali, na companhia daqueles dois homens naquele momento crucial de suas vidas.
Conclusão. Ah, como é bom ver uma peça boa. E seria bom se muita gente que trabalha com teatro pudesse descer de seus pedestais, sair de suas salas de ensaio e ir lá ver essa peça. Autores, atores, diretores, gastariam 60 minutos mas ganhariam uma bagagem inestimável para a vida toda. Eu ganhei, principalmente o alívio de saber que está começando algo que poderá me fazer sair de casa mais vezes sem receio de pisar num teatro."
(Paulo F)
Escrito por Nelson Peres às 11h48
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Última semanas Aos ossos... que continua repercutindo:
E bem, e muito bem e com belos textos sobre a peça. Fico muito feliz em saber que o nosso trabalho tem rendido também belos textos.
Dá uma olhada nesse belo texto do Márcio Américo:
A POEIRA QUE VEM DOS OSSOS*
O poeta Sérgio Melo é um poeta/dramaturgo que age como se fosse um fotógrafo do cotidiano, mas sua fotos ampliam, junto com detalhes aparentemente comuns, dores ocultas.
No espetáculo Aos Ossos Que Tanto Doem No Inverno, Sérgio, além de discutir as conseqüências destruidoras de uma perda, faz uma puta présa poética ao inserir estes slides do cotidiano na fala de seus personagens.
Um dos personagens diz dos “ruídos do casamento”, estas pequenas coisas que podem detonar ou fazer perdurar um relacionamento: uma tampa do vaso sanitário baixada com violência, o banho demorado e ruidoso, a respiração ofegante durante o sono, a forma como ela enfia o pão dentro do pote de manteiga, chinelos... todos estes ruidinhos tem três estágios. Primeiro estágio é a surpresa, é quando eles começam aparecer e são bem vindos, são como uma descoberta, eles são conseqüências de um avanço em sua vidinha, uma nova relação, uma nova casa, uma nova chance, você começa a perceber uma nova escova de dentes no banheiro. Num segundo momento estes ruídos passam a ser infernais, são eles os primeiros a denunciarem o caos, a indiferença, são eles que apitam como um timer avisando que a relação está assada, pronta, passada, queimada, é o momento em que você evita ir ao banheiro pois sabe que vai encontrar lá aquela maldita escova de dentes que não é tua. O terceiro momento em que estes ruídos aparecem (e é essencialmente este que mais aparece no espetáculo) é quando estes sinais começam a tomar conta de sua casa, de você, mas não presentes: ausentes. O silencio indica que ali deveria haver um ruído. É quando você entra no banheiro e sente que falta uma escova de dentes.
A falta destes ruídos indicam que você está definitivamente sozinho, a espera de novos ruídos, este vácuo mostra que você perdeu, e aí meu irmão, não adianta abraçar-se a um trabuco esperando a morte, ou caçar seu desafeto por aí, fazer artesanato, arranjar um emprego, matar, fugir...a única coisa rasoável a fazer é providenciar bom estoque de Chat Baker porque é certo que os ossos doerão o inverno todo.
(Márcio Américo)
Escrito por Nelson Peres às 11h46
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A Teca me fez uma gostosa homenagem em seu blog...
Valeu, minha boa amiga:
Amigo, saiba que seu trabalho é genuíno, que ser ator pra vc é um dom nato, ontem nem tinha o que dizer depois do sôco na boca do estômago que levei...cara que vcs continuem por muito tempo essa peça deveria ser vista por muitos...nem sei o que dizer...só que valeu, mais uma vez!Parabéns querido! Beijo
Bloguei pro Nelsinho, ainda não consegui me expressar melhor depois da apresentação....sorry

A foto é do Querência, mas...queria registrar o Nelsinho...
Escrito por Nelson Peres às 11h40
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que pena
pequena
Flor
que pena
que eu cumpro
essa pequena pena...
Escrito por Nelson Peres às 01h31
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Penúltimas notícias.
Uma estranha leveza se casou com esse meu cansaço. E leveza é sempre algo muito bom de se sentir. Então, tenho andado bem cansado. Então, tenho andado bem leve. Então, tenho andado num estado próximo daquilo que a gente poderia chamar de felicidade... Tem sangue bom circulando pelas nossas veias, não tem? Tem uma sensação estranhamente gostosa, não tem? Acho que é porque tem gente querida por perto. Acho que é porque tem gente querida sorrindo perto de mim. E por mais que eu não tenho parado nestes penúltimos tempos, quase me sinto em férias... como se estivesse a caminho do Rio de Janeiro.
Escrito por Nelson Peres às 22h20
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E uma das pessoas mais doces do mundo também assistiu...
Ela me mandou via e-mail:
"Uma história de amor.
Já assisti algumas vezes. Não só porque adoro o Mário e o Nelsinho e curti muito o texto do Sérgio, mas porque sou uma pessoa distraída e dispersiva ou observadora demais. Eu preciso assistir muitas vezes. E talvez também porque eu goste da dor. Definitivamente sim. Ela me faz sentir viva. E sem dúvida é uma peça doída. A execução cirúrgica dos atores te deixa em suspensão o tempo todo. A respiração cessa durante os 60 minutos de peça como se você estivesse submerso. Tensa. O texto brilhante te permite subir a superfície de vez enquando pra pegar um pouco de ar antes que o Carlos e Chico te afundem novamente. E eles vão fundo numa atuação precisa da solidão, do desprezo, do abandono, da angústia e da saudade. Escrever sobre a peça não é tarefa fácil, qualquer palavra mal colocada pode estragar a surpresa, o que eu posso dizer é que é Aos ossos que tanto doem no inverno é como um soco forte bem na boca do estômago, você fica sem ar, e sem palavras."
(Carolina Garcia)
Escrito por Nelson Peres às 22h07
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HOJE (ontem) foi du caralho fazer a peça...
E a minha querida Marina assistiu na sexta e escreveu sobre:
"Aos ossos
Ontem assisti o espetáculo "Aos Ossos Que Tanto Doem no Inverno", do Sérgio Mello, com direção da Soledad Yunge e atuação de Mário Bortolotto e Nelsinho Peres. Incrível. Uma hora de peça, uma hora em que permaneci imobilizada, sem respirar direito, com as sobrancelhas franzidas e o estômago revirado. Porra, por quê a gente insiste nisso? Ir ao teatro, crer na farsa, sofrer, ser enganada conscientemente e ainda adorar estar ali? Saí abalada. Por quê eu não assisti Trair e Coçar? Estava no mesmo teatro e as pessoas devem parecer bem menos transtornadas na saída.
Eu sei a resposta. Acho que optei pela verdade. Aquela verdade essencial com a qual o Nelsinho e o Mário se olham e nos entregam seus personagens dilacerados. Chico e Carlos chutam os castelos de areia e buscam um no outro o alívio para aquela angústia necessária. Básico, quase nada de mais, não fosse a maneira com que tudo isso é trabalhado.
Generosidade, entrega, tesão por estar ali. Compaixão com aqueles caras que nem existem, mas que se tornam absurdamente reais naquela uma hora irrespirável. Puta peça. O jogo sempre lá em cima, a energia manipulada com perfeição, os silêncios orgânicos. A direção sutil e delicada, que faz toda a diferença. O texto, poético pra caralho. E ainda por cima o Chet Baker. Demais.
Bem, meus amigos. Para quem não se incomoda em se incomodar, para quem tem sangue nos olhos, vai aí a dica: "Aos Ossos que Tanto Doem no Inverno", um dos trabalhos mais reais que vi nos últimos tempos. Sem meio-termo. Até o final de abril, no Ruth Escobar".
(Marina Franco)
Escrito por Nelson Peres às 00h41
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Sumiço
Ando bem sunido por aqui. Mas tá tudo certo, só tenho trabalhado um bocado. E estou feliz por isso. Um pouco assustado e com um certo receio de perder alguns focos importantes... Mas agora, tá sobrando um tempinho para sentar no sofá e torcer pelo tricolor em frente a TV. Ando também com uma saudades enorme dos meus dois filhos. A gripe sarou de vez e o coração tá bombando sangue novo... O ritmo de postagens vai cair um pouco nos próximos dias.
Escrito por Nelson Peres às 21h30
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