Escuta Zé
  "Medusa de Rayban", por Grima Grimaldi

http://youtu.be/XvHcenbvCe0

 

de 03/03 à 01/04/2012

quartas à sábados às 21h

domingos às 20h



Escrito por Nelson Peres às 14h57
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  Enfim: O curso de Teatro comigo começa sábado agora, 10/03/2012.

A ideia seria a de ter começado no começo de fevereiro. Mas tivemos alguns imprevistos com os locais que estavam sendo considerados. Agora, tá tudo definido. Acontecerá ao lado do metrô São Joaquim e acontecerá nas manhãs de sábado até meados de julho. Aos meus caros alunos que confirmaram a participação, estarei encaminhado e-mail com todos os detalhes. Se alguém por aí ainda tiver vontade de participar, manda um sinal de vida através do e-mail nf.peres@uol.com.br ou pelo fone (11) 81617532.



Escrito por Nelson Peres às 14h31
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AUTOBAHN

Hoje, estaremos lá no Sesc Sorocaba:

 

programação


 
AUTOBAHN

SESC Sorocaba
 
 
Dia(s) 23/02 
Quinta, às 20h.





Cia. Falbalá Autobahn é um texto que seu autor chamou de “Ciclo de peças curtas” e que reúne seis histórias que se passam entre dois personagens a bordo de seu automóvel. O espetáculo reflete sobre as limitações do espaço, as experiências e a nossa relação com metrópoles dentro de veículos – “bolhas de aço que mais parecem casulos” – nos quais passamos boa parte de nossas vidas. O texto é ácido e carrega um humor peculiar, apresentando situações cotidianas e até banais, mas que trazem o patético das relações humanas e questionam valores contemporâneos. As seis peças: Mil Desculpas, Engraçado, Conversão, Banco de Carro, Divisão Improvável e Autobahn são apresentadas na sequência, com suporte dos vídeos de Edson Kumasaka e da direção de arte de Mirella Brandi. A trilha sonora original foi composta por Fabio Muepetmo. Autor: Neil Labute Tradução: Rodrigo Haddad Direção: Soledad Yunge Elenco: Eduardo Guimarães, Fábio Rhoden, Fernanda D’Umbra, Jussane Pavan, Nelson Peres, Selma Luchesi e Vera Kowalska Local: Usina Cultural Margem direita do rio Sorocaba – travessa da rua Padre Madureira Capacidade: 80 lugares Duração: 85min



Escrito por Nelson Peres às 10h22
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Tô me sentindo no Vale do Ribeira. Eu já morei lá. Quanta coisa até aqui. Esse calor, cheio de chuva, me faz lembrar lá. A sensação de uma eventual impossibilidade de reencontro também. A ideia de não saber como continuar. Eu não vou morrer por sua causa. Claro que não. Nem por causa de ninguém. Se não tiver a sua companhia eu vou continuar vivendo. Como fiz durante todos esses anos. O problema é a forma ainda mais torta como vou continuar. Eu, que já havia pensado que era impossível alguém sobreviver daquela forma, acabei por provar nesse tempo todo dessa possibilidade. Por provar na carne desta possibilidade. Mas você me trouxe de volta para um mundo que não existe, ou, que, pelo menos eu achava que não existia mais, até o dia que você me abraçou daquele jeito. Nem sei se devo te agradecer por isso. Afinal eu dava conta de tudo e de vez em quando, alguns espasmos de alegria me faziam sorrir por aí. Mas você botou fôlego. Nem sei se te agradeço. Talvez nem deva mesmo, afinal, essas coisas acontecem quando devem acontecer. Devo desmontar a cela do meu cavalo e passar a galopar no pelo com você na garupa. Ou seria, eu na sua garupa? Ou, cada um no seu cavalo, sem celas, é claro. O uso de celas não é nada compatível com a gente. Tudo isso, essa explosão de insanidade saudável, é a prova cabal de que estive errado por todos esses anos?



Escrito por Nelson Peres às 01h14
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Então, quando as coisas aparentam certas: o deserto incerto do cinismo iguala rancores de toda uma vida. Pois bem, é assim que é, quando se magoa ou quando se é magoado, volta-se a magoar, talvez só pra se magoar mais. Parece que o que a gente mais faz na vida é tentar defender-se, de forma totalmente inútil, frente ao poder da mágoa. Transformamos-nos em vítimas de constantes choques de realidade. Nessas, não adianta qualquer manifestação ao contrário ou qualquer outra justificativa. Não adianta trancar-se num banheiro ou encharcar travesseiros de lágrimas. Nessas horas, é cada um pra si, cada qual na sua dor. E mesmo que se um dia se proclame o perdão. Aquelas lágrimas que haviam manchado as fronhas dos travesseiros já inundaram os corações. Aí, meu irmão, tirar manchas de corações que já se transformaram, por ou pelo cinismo, é bem mais difícil.

 



Escrito por Nelson Peres às 18h02
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Trens atropelam a gente diariamente. São enormes diante da gente. Nesta madrugada, eu estava podre de cansaço. Foi uma semana difícil. E tem aqueles trens que chegam por trilhos que você não sabia que existia, ou foram recém construídos e você ainda não havia notado a sua presença. Alguns deles são “fantasmas” e arrancam nacos de você.



Escrito por Nelson Peres às 11h58
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quando o sinal abriu

eu já estava triste

no mês de maio



Escrito por Nelson Peres às 10h50
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Hoje é dia de alguém defender a sua tese. Uma quinta-feira muito quente. Uma quinta-feira diferente das últimas quintas-feiras dos últimos anos. Hoje é dia de torcer para que o melhor aconteça dentro de uma sala quente de uma universidade quente. Porque algumas pessoas deste mundo não se conformam com as coisas frias que fazem parte desse mundo. Algumas pessoas não permitem que o inconformismo cunhe doenças em seus corpos quentes. E eu torço muito para que a tese, que alguém defende hoje, seja defendida de acordo com o valor que a sua autora tem.



Escrito por Nelson Peres às 19h25
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